Assisti – com um pouco de atraso, é verdade – ao debate sobre o aborto, que foi ao ar domingo à noite (22/03) na Rede Bandeirantes, entre o professor de teologia da PUC-SP, Antonio Marchionni, e o médico baiano especialista em Reprodução Humana, Elcimar Coutinho. A priori, manifestou-se a total ignorância dos jornalistas em relação ao tema debatido. E a inépcia se aprofundava a cada uma das suas intervenções. Mas acredito que a qualquer ser razoável, tal fato já deixou de ser objeto de espanto. Basta assistirmos ou lermos os noticiários para constatarmos que tal despreparo se dá em qualquer tema, e não só quanto adentram a ambientes complexos da Filosofia, da Religião, da Ciência e também dos fundamentos jurídicos. [CONTINUE A LER]

Maxwell Gaylord, coordenador humanitário da ONU em Jerusalém, disse que:

“…a ONU gostaria de esclarecer que o bombardeio e todas as fatalidades ocorreram fora e não dentro da escola.”

Os oficiais das Forças Armadas Israelenses tinham dito, há pelo menos um mês, que era impossível que a escola da ONU tivesse sido bombardeada. Depois, que o tipo de míssel usado não teria poder para matar 43 pessoas e ferir outras dezenas, como afirmavam os noticiários.

Agora talvez seja um pouco tarde para a retratação. Todos os âncoras dos telejornais já julgaram fato concreto o bombardeio à escola da ONU. E nenhum deles será homem o bastante para noticiar que tudo, inclusive a eloqüência e repúdio com o qual leram a notícia, era uma farsa. Não houve bombardeio à escola da ONU. [CONTINUE A LER]

No Brasil a pessoa mais bem informada sobre o Oriente Médio é o correspondente do IG, Nahum Sirotsky. Queria ter postado este texto antes, mas também evitar que este blog recém-inaugurado ficasse pautado somente com assuntos do Oriente Médio.

Ao que parece, é tarde para esse tipo de preocupação. [CONTINUE A LER]

Talvez, antes de tentar retalhar Israel, a iniciativa de um acordo de paz deveria começar dissolvendo o pacto árabe para “varrer Israel do mapa”. Depois, passa-se a admitir alguma discussão com esses ignorantes.

Porém, para variar, o Messias mentiu mais uma vez e a tão sonhada “Change” vai cada vez mais ganhando ares de um Clinton Revival. Até já querem ir além do tratado de Oslo. É o Times de Londres que profetiza: [CONTINUE A LER]

Quando se adentra àquela discussão boboca sobre o embate Ciência vs. Religião, escamoteia-se o fato de haver um grande número de cientistas que expressam suas crenças em Deus. Nem por isso têm QI’s menores; nem por isso seus experimentos são menos importantes. [CONTINUE A LER]

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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