Entre outras coisas importantíssimas – como, por exemplo, toda essa conversa diplomática dar tempo para que Ahmadinejad conclua seu projeto nuclear -, diz Hagai Segal, no diário israelense Ynetnews:

“Em quase todos os discursos ou entrevistas, Obama declara que procura uma mudança de atitude no relacionamento entre os Estados Unidos e nações árabes. A impressão inevitável dessas declarações é a suposição da culpa americana.

Oito anos após os planos de Bin Laden terem causado a derrubada das torres em Manhattan, Washington está se convencendo de que os terroristas não atacaram a América sem nenhuma razão. Washington começa a acreditar que algo sobre sua própria conduta causou aquele ataque terrível: o imperialismo, a arrogância, coca-cola, McDonald’s, e naturalmente, o pecado da amizade com Israel.”

Este é o resumo da nova política exterior dos Estados Unidos, pelo menos no que tange ao Oriente Médio. Passa-se a aceitar a negociação com apoiadores do terrorismo. E com isso, admitir o terror como meio político legítimo.

Parece que os europeus estão à frente dos Estados Unidos quanto ao posicionamento em relação à diplomacia a ser executada no Oriente Médio. O comissário europeu para o Desenvolvimento e Ajuda Humanitária, Louis Michel, deixou claro que não há qualquer possibilidade de diálogo com os terroristas do Hamas.

Segue algumas de suas declarações à imprensa em Jabalya, no norte de Gaza. : [CONTINUE A LER]

Um ou dois dias depois da eleição nos Estados Unidos, o principal conselheiro político do Hamas em Gaza, Ahmed Yousef, disse que:

“…é um dia histórico, uma transformação. Eu acho que esta é a primeira vez na história que a eleição de um país representou tanto a todos em toda parte do mundo. Todos nós estamos esperançosos com as mudanças de Obama, com uma mudança na política dos Estados Unidos, principalmente na questão Israel-Palestina, que é a mãe de todo o conflitos.”

Um dia depois da posse, diz outro porta-voz do Hamas, Osama Hamdan, sobre os primeiros discursos públicos de Barack e sua trupe clintoniana:

“O posicionamento do presidente Obama frente aos palestinos não representa nenhuma mudança e irá levar aos mesmos erros do seu antecessor.”

[CONTINUE A LER]

No Líbano, em 2006, bandeiras comunistas lideram um cortejo fúnebre para terroristas do Hezbollah;

Na Bélgica, são as fotos de Hugo Chavez embalando os protestos contra a ofensiva israelense em resposta aos ataques terroristas. [CONTINUE A LER]

Mais duas aulas do jornalista Nahum Sirotsky sobre os conflitos entre israelenses e palestinos em Hevron, bem como as origens das dissensões entre muçulmanos e judeus, reportando-nos à época de Abraão: [CONTINUE A LER]

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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