E também faz sentido:

“(…) I sincerely hope that when the president goes in for his annual check-up, the doctors at Bethesda* will do a brain scan. Surely something must be terribly wrong with a man who seems to be far more concerned with a Jew building a house in Israel than with Muslims building a nuclear bomb in Iran.”
– Burt Prelutsky

“(…) eu sinceramente espero que quando o presidente for fazer o seu check up anual, os doutores de Bethesda façam uma varredura no seu cérebro. Certamente há algo terrivelmente errado com um homem estar mais preocupado com um judeu construindo uma casa em Israel, do que com muçulmanos construindo uma bomba nuclear no Irã.”

———————-
* Bethesda é o Centro Médico Naval em Maryland, que atende os presidentes norte-americanos.

Aqui, a íntegra do divertido artigo do Prelutsky, lá no Townhall.

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Obama enfatiza seu compromisso com a idéia da criação de um estado Palestino. Netanyahu reafirma que Israel quer viver em paz lado a lado com os palestinos, embora não tenha cogitado a possibilidade da criação de um estado – e é sabido que é totalmente contrário à retirada das tropas israelenses das fronteiras de 1967 sem algum compromisso efetivo com a paz por parte do Hamas e do Hezbollah. [CONTINUE A LER]

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A falta de informação sobre o Oriente Médio é tamanha que já há  – na grande imprensa – quem acredite que o Irã pode ajudar os Estados Unidos a estabilizar o Iraque após a retirada das tropas norte-americanas. É de uma ignorância atroz. Como poderia um país de maioria Persa tomar a frente do mundo Árabe e se insurgir como a maior liderança islâmica da região? Como ignorar todos os conflitos históricos? Como ignorar todas as diferenças étnicas?

O programa nuclear iraniano não ameaça somente Israel e os Estados Unidos. Mas também a Arábia Saudita, a Jordânia e o Egito. O Iraque sempre fora um contrapeso ao poder político iraniano. Porém, a idéia de fortalecer um regime democrático e pró-EUA no Iraque deu errado e aparentemente fortaleceu o regime de Teerã, para o descontentamento do Liga Árabe. [CONTINUE A LER]

Entre outras coisas importantíssimas – como, por exemplo, toda essa conversa diplomática dar tempo para que Ahmadinejad conclua seu projeto nuclear -, diz Hagai Segal, no diário israelense Ynetnews:

“Em quase todos os discursos ou entrevistas, Obama declara que procura uma mudança de atitude no relacionamento entre os Estados Unidos e nações árabes. A impressão inevitável dessas declarações é a suposição da culpa americana.

Oito anos após os planos de Bin Laden terem causado a derrubada das torres em Manhattan, Washington está se convencendo de que os terroristas não atacaram a América sem nenhuma razão. Washington começa a acreditar que algo sobre sua própria conduta causou aquele ataque terrível: o imperialismo, a arrogância, coca-cola, McDonald’s, e naturalmente, o pecado da amizade com Israel.”

Este é o resumo da nova política exterior dos Estados Unidos, pelo menos no que tange ao Oriente Médio. Passa-se a aceitar a negociação com apoiadores do terrorismo. E com isso, admitir o terror como meio político legítimo.

Um repórter do programa de rádio do Howard Stern saiu às ruas, no bairro do Harlem em Nova Iorque, para entrevistar o eleitorado de B. Hussein Obama. O alvo eram os negros. A intenção era descobrir se eles votavam no democrata em função do seu plano de governo ou apenas pela cor da pele. A conclusão foi que não há limite para o ridículo.

Antes uma pequena pausa para uma “legenda-narrativa” destinada aos desconhecedores da língua inglesa. Você, sagaz leitor e inglês-falante, pode pular os próximos dois parágrafos. [CONTINUE A LER]

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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