Viva a Independência


Extraído do livro “OS ANDRADAS” (vol. II), de Alberto Souza, 1922.

PRIMEIRA PARTE – PRELÚDIOS DA INDEPENDÊNCIA
Capítulo V – O Fico

Atividade política dos fluminenses. Emissários para S. Paulo e Minas

No pé em que se achavam as coisas, chamou José Joaquim da Rocha ao capitão Pedro Dias de Macedo Paes Leme, depois marquês de Quixeramobim, o qual se achava então na sua propriedade agrícola, a poucas léguas do Rio, para que, como um dos fundadores do clube da Resistência [33], fosse tomar conhecimento do quanto se passava e prestar à Pátria o seu inestimável concurso. Posto ao corrente do que se havia deliberado em sua ausência, ofereceu-se Paes Leme para vir a S. Paulo entender-se com o Governo Provisório, no tocante à matéria da representação, julgada imprescindível, gesto que foi aplaudido e aceito.

Trazendo cartas de Rocha para José Bonifácio e Martim Francisco, partiu o emissário dos conspiradores, a cavalo, do Rio até Sepetiba [34], donde se embarcou em uma canoa com destino a Santos, chegando à capital de S. Paulo na noite de 23 de dezembro. [CONTINUE A LER]

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A Independência foi, disse um dos seus beneméritos, Golçalves Ledo, “a estupidez das Cortes portuguesas querendo recolonizar o Brasil”. José Bonifácio também expôs, em 1821, que Portugal passou a discutir um projeto de  Constituição em cujas páginas se “intentava escravizar este riquíssimo país, e reduzi-lo a mera colônia”. Embora, à época, Ledo e Bonifácio estivessem em lados opostos, naquilo que cada um pretendia para o país, uniram-se contra o rebaixamento do Brasil à colônia. É oportuno lembrar que a antiga metrópole havia sido relegada a segundo plano, afinal, D. João VI foi coroado Rei de Portugal no Rio de Janeiro, em 1818, e as terras americanas tomavam ares de importância, irrespiráveis pelos deputados portugueses. [CONTINUE A LER]

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Encarnando Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva. Para ilustres propósitos que agora não são importantes. Há notícias de que os anais das Cortes de Lisboa foram para o lixo, devido às esculhambações sofridas pelos deputados portugueses frente aos discursos do nobre Andrada. Abaixo, sob licença poética, incorporo, sem relevo, o espírito deste virtuoso ser, a discursar voltando-se aos nobres, mas somente aos nobres:

ANTÔNIO CARLOS: Sr. Presidente, em verdade não compete à Assembléia decidir quem seria o melhor tutor do imperador menor o sr. D. Pedro II, posto que o próprio pai já o fez. Além de não ser necessário lembrar que neste país não há inteligência comparável a do sr. José Bonifácio de Andrada, e isto também não é exagero de irmão. É algo auto-evidente. [CONTINUE A LER]

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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