A imprensa diz que o mundo está revoltado com a ação israelense que interceptou uma flotilha de militantes palestinos, decididos a furar o bloqueio imposto por Israel à Gaza. Contudo, é importante lembrar que o Sr. “Mundo” ainda não divulgou sua nota oficial.

É, enfim, uma guerra midiática. O bloqueio israelense visa combater o tráfico de armas para os grupos terroristas, que são armados, não esqueçamos, com a ajuda de algumas nações que agora condenam Israel. [CONTINUE A LER]

E também faz sentido:

“(…) I sincerely hope that when the president goes in for his annual check-up, the doctors at Bethesda* will do a brain scan. Surely something must be terribly wrong with a man who seems to be far more concerned with a Jew building a house in Israel than with Muslims building a nuclear bomb in Iran.”
– Burt Prelutsky

“(…) eu sinceramente espero que quando o presidente for fazer o seu check up anual, os doutores de Bethesda façam uma varredura no seu cérebro. Certamente há algo terrivelmente errado com um homem estar mais preocupado com um judeu construindo uma casa em Israel, do que com muçulmanos construindo uma bomba nuclear no Irã.”

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* Bethesda é o Centro Médico Naval em Maryland, que atende os presidentes norte-americanos.

Aqui, a íntegra do divertido artigo do Prelutsky, lá no Townhall.

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A confusão na eleição iraniana, gerando violentos protestos nas ruas de Teerã – combatidos com ainda mais violência – abriu apenas dois caminhos para interpretação no Brasil:

1) A visão lulista de que é somente um problema futebolístico-eleitoral onde os perdedores não admitem a derrota;

2) A visão chavista de que Mir Hossein Mousavi era um candidato financiado pela CIA, para entregar o Irã aos interesses norte-americanos.

Agora, vejamos o que realmente se passa no Irã: [CONTINUE A LER]

As notícias que chegam ao Brasil sobre o Oriente Médio, salvo a coluna do jornalista Nahum Sirotsky no IG, resumem-se em organizar um apanhado do que informam as agências de notícias sem aprofundar em temas mais espessos ou mesmo vinculando as notícias com o contexto histórico das quais elas correspondem. A impressão quando se lê o que se publica no Brasil sobre os conflitos na Faixa de Gaza por exemplo, é que bastaria Israel devolver os territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias que a paz reinaria absoluta na região. A mentalidade não poderia ser mais pueril.
[CONTINUE A LER]

Aí vão alguns links em uma ordem cronológica e  auto-explicativa:

1) Em novembro, a ex-ministra das relações exteriores de Israel, num programa de rádio, apontou o estreitamento dos laços entre guerrilhas sul-americanas e organizações terroristas iranianas que, segundo ela, pode ser facilmente observado. Ela ainda disse que o Irã procura constantemente o auxílio político para bloquear as sanções internacionais que vão de encontro ao seu programa nuclear. O ministério da defesa israelense tem observado durante anos as áreas de fronteira entre o Paraguai, Argentina e Brasil, identificando-as como focos do terrorismo iraniano em conjunto com o Hezbollah. (Livni aponta focos de terrorismo na América Latina);
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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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