Apr
23
Na época da ofensiva israelense em Gaza, muita gente se dizia preocupada com a população palestina. Mas era mesmo tudo de mentirinha. Ninguém – imprensa inclusa – parece ter dado importância para um dos últimos relatórios do Human Rights Watch contendo testemunhos de que o Hamas continua aterrorizando a população em Gaza. Num deles, um jovem diz que “cometeu um erro” quando criticou o Hamas numa conversa na rua. Devido às críticas, homens armados e encapuzados invadiram sua casa e o levaram para uma área isolada. Foi baleado três vezes na perna e nos tornozelos. Segundo o jovem, o Hamas paga pessoas para que delatem as criticas em conversas de rua. [CONTINUE A LER]
Mar
16
Vivendo de esperanças
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Hoje em Israel a esperança é que Netanyahu mantenha suas posições e não cometa os mesmos equívocos quando foi primeiro-ministro em 1996 a 1999, negociando os territórios ocupados sem uma garantia de que cessassem as hostilidades árabes-palestinas à Israel. No entanto, o cientista político da Universidade Hebraica, Yaron Ezrahi, lembra que “ele não hesitaria em sacrificar uma posição ideológica para se manter no poder”.
Ainda na época das eleições, Tzipi Livni parecia ter certa a sua indicação, mas declarações infelizes sobre a divisão de Jerusalém e a retirada das tropas das fronteiras de 1967, fizeram com que ela perdesse novamente a oportunidade de se tornar a primeira-ministra. Por mais que digam que a ofensiva em Gaza tenha decidido a eleição, foram os acontecimentos dos últimos anos, principalmente o efeito contrário à retirada dos judeus das colinas de Hebron em 2005 pelo então premier Arial Sharon – que ao invés de um incremento à paz, culminou no fortalecimento do Hamas e da ofensiva terrorista – que fez com que os israelenses vissem como única saída uma postura mais defensiva e menos diplomática. Não à toa que o grande vencedor da eleição tenha sido Lieberman com seus discursos nacionalistas. [CONTINUE A LER]
Jan
12
Um passo adiante
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Deixemos de lado os números do conflito em Gaza. Já está evidente de que se trata apenas de propaganda – assim como as teorias de que é uma ação meramente política-eleitoral por parte de Israel.
Vou dar um passo adiante, um pouco além dos meus conhecimentos, para arriscar um mero palpite: com Hugo Chávez arremessado aos conflitos como um porta-voz iraniano – já que o Irã parece silenciar – conclui-se que as provocações do Hamas, aumentando o número de mísseis lançados a Israel enquanto o acordo de trégua era vigente, são nada mais do que uma ação propagandista dos fundamentalistas islâmicos. Não podemos esquecer que o próprio Hamas divulga seus vídeos sobre fingidas mortes de crianças, assim como as falsas estatísticas do conflito, para divulgação na mídia esquedista-antisemita. Nunca quiseram paz, mas, sim, justificar a prolongação do conflito. [CONTINUE A LER]
Jan
9
A guerra das proporções
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A foto abaixo levanta uma questão interessante: se o acesso a Gaza está proibido aos jornalistas, de onde aparecem tantas estatísticas e tantas fotos? Como o jornal da Globo News sabe que de cada 3 mortes no conflito, pelo menos uma é criança?

Jan
8
Abaixo, uma entrevista do especialidade em direito internacional, Garry Grant, para a Al Jazeera, explicando, a contra-gosto da entrevistadora, o porquê das ações israelenses serem legais à luz do Direito Internacional.
Via namiradohamas.blogspot.com/










