Jun
1
A imprensa diz que o mundo está revoltado com a ação israelense que interceptou uma flotilha de militantes palestinos, decididos a furar o bloqueio imposto por Israel à Gaza. Contudo, é importante lembrar que o Sr. “Mundo” ainda não divulgou sua nota oficial.
É, enfim, uma guerra midiática. O bloqueio israelense visa combater o tráfico de armas para os grupos terroristas, que são armados, não esqueçamos, com a ajuda de algumas nações que agora condenam Israel. [CONTINUE A LER]
Apr
23
Na época da ofensiva israelense em Gaza, muita gente se dizia preocupada com a população palestina. Mas era mesmo tudo de mentirinha. Ninguém – imprensa inclusa – parece ter dado importância para um dos últimos relatórios do Human Rights Watch contendo testemunhos de que o Hamas continua aterrorizando a população em Gaza. Num deles, um jovem diz que “cometeu um erro” quando criticou o Hamas numa conversa na rua. Devido às críticas, homens armados e encapuzados invadiram sua casa e o levaram para uma área isolada. Foi baleado três vezes na perna e nos tornozelos. Segundo o jovem, o Hamas paga pessoas para que delatem as criticas em conversas de rua. [CONTINUE A LER]
Mar
16
Vivendo de esperanças
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Hoje em Israel a esperança é que Netanyahu mantenha suas posições e não cometa os mesmos equívocos quando foi primeiro-ministro em 1996 a 1999, negociando os territórios ocupados sem uma garantia de que cessassem as hostilidades árabes-palestinas à Israel. No entanto, o cientista político da Universidade Hebraica, Yaron Ezrahi, lembra que “ele não hesitaria em sacrificar uma posição ideológica para se manter no poder”.
Ainda na época das eleições, Tzipi Livni parecia ter certa a sua indicação, mas declarações infelizes sobre a divisão de Jerusalém e a retirada das tropas das fronteiras de 1967, fizeram com que ela perdesse novamente a oportunidade de se tornar a primeira-ministra. Por mais que digam que a ofensiva em Gaza tenha decidido a eleição, foram os acontecimentos dos últimos anos, principalmente o efeito contrário à retirada dos judeus das colinas de Hebron em 2005 pelo então premier Arial Sharon – que ao invés de um incremento à paz, culminou no fortalecimento do Hamas e da ofensiva terrorista – que fez com que os israelenses vissem como única saída uma postura mais defensiva e menos diplomática. Não à toa que o grande vencedor da eleição tenha sido Lieberman com seus discursos nacionalistas. [CONTINUE A LER]
Feb
4
Mídia se portou como agência de propaganda do Hamas
Postado em oriente médio com pré-condição, vergonhas categóricas | Comente
Maxwell Gaylord, coordenador humanitário da ONU em Jerusalém, disse que:
“…a ONU gostaria de esclarecer que o bombardeio e todas as fatalidades ocorreram fora e não dentro da escola.”
Os oficiais das Forças Armadas Israelenses tinham dito, há pelo menos um mês, que era impossível que a escola da ONU tivesse sido bombardeada. Depois, que o tipo de míssel usado não teria poder para matar 43 pessoas e ferir outras dezenas, como afirmavam os noticiários.
Agora talvez seja um pouco tarde para a retratação. Todos os âncoras dos telejornais já julgaram fato concreto o bombardeio à escola da ONU. E nenhum deles será homem o bastante para noticiar que tudo, inclusive a eloqüência e repúdio com o qual leram a notícia, era uma farsa. Não houve bombardeio à escola da ONU. [CONTINUE A LER]
Dec
31
É com esse tipo de gente que o mundo sugere acordos de paz. Gaza é uma região que ninguém quer assumir depois da retirada dos colonos judeus pelo governo de Israel. Pelas leis internacionais não pertence a país algum, isso deixa caminho livre para o Hamas fazer o que bem entende, com apoio do Hezbolah e, principalmente do Irã, seu principal fornecedor de armamentos contrabandeados da Rússia e da China.
Entende-se o que lá se passa assistindo o video acima, uma propaganda oficial do Hamas fazendo proselitismo da violência terrorista e dos mísseis lançados antes e depois do fim da trégua com os israelenses negociada pelo Egito.
O mundo discursa em favor de cessar fogo e um acordo de paz. Ok, confesso que é comovente e muito sedutor. Mas como assumir compromissos com os palestinos tendo o Hamas, Hezbolah e Irã como interventores na ausência de um estado? E como convencer o Irã a não contrabandear armas, além de abandonar o programa nuclear que é um estopim prestes a ser aceso? Enfim, não seria ingenuidade crer nos fundamentalistas que sequer aceitam a existência de Israel, quanto à assinatura e cumprimento de acordos por desejarem ardentemente a paz mundial com mísseis e homens bombas? [CONTINUE A LER]










