Cena do episódio #3 (Don’t Tread on Me) do seriado John Adams que estará no ar em breve na HBO*. Adams na França negociando o apoio dos franceses à Indenpendência dos Estados Unidos. Depois de algumas escorregadas diplomáticas, entre insultos e ironias, ele explica o porquê de não dar atenção às artes.

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*A quem, assim como eu não tem paciência para esperar, pode encontrar tudo aqui.

Um dos pontos mais discutidos na época da criação da Constituição dos Estados Unidos foi a possibilidade da tirania de um governo central. Pretendia-se evitar algo como a violação dos direitos civis imposta pelos ingleses durante a luta pela independência. Assim, criaram mecanismos para imunizar o indivíduo do coletivismo e proclamaram a soberania dos estados perante o governo federal a ser criado. Tal governo federal nada mais seria do que uma entidade representativa dos interesses mútuos dos Estados perante a outras entidades internacionais. E também uma espécie de fórum independente para equacionar interesses e conflitos internos distintos. Por isso o pacto federativo estabelecido pela Constituição norte-americana trata apenas de princípios a serem seguidos pelos Estados. Já a legislação positiva e organizacional é definida pelas normas fundadas nos fatores histórico-culturais e regionais de cada um dos federados.

Já no Brasil a concepção de governo federal adquiriu a forma contrária. Desde a época da Independência, os esforços se deram à manutenção de uma unidade nacional em meio a tantos levantes separatistas. Os fatores históricos-culturais de todas as mudanças fundamentais até a proclamação da República rondaram a idéia de unidade, da manutenção territorial do país, fazendo com que o poder fosse totalmente centralizado na figura de um ente supremo. [CONTINUE A LER]

Entre outras coisas importantíssimas – como, por exemplo, toda essa conversa diplomática dar tempo para que Ahmadinejad conclua seu projeto nuclear -, diz Hagai Segal, no diário israelense Ynetnews:

“Em quase todos os discursos ou entrevistas, Obama declara que procura uma mudança de atitude no relacionamento entre os Estados Unidos e nações árabes. A impressão inevitável dessas declarações é a suposição da culpa americana.

Oito anos após os planos de Bin Laden terem causado a derrubada das torres em Manhattan, Washington está se convencendo de que os terroristas não atacaram a América sem nenhuma razão. Washington começa a acreditar que algo sobre sua própria conduta causou aquele ataque terrível: o imperialismo, a arrogância, coca-cola, McDonald’s, e naturalmente, o pecado da amizade com Israel.”

Este é o resumo da nova política exterior dos Estados Unidos, pelo menos no que tange ao Oriente Médio. Passa-se a aceitar a negociação com apoiadores do terrorismo. E com isso, admitir o terror como meio político legítimo.

Alguns consultores e economistas defendem que a palavra crise é “forte demais” para ser usada em relação à economia brasileira.

Claro que a crise é lá do sub-prime norte-americano. Hoje o único problema no crédito brasileiro é um abrupto aumento da inadimplência nos primeiros dois meses do ano. No entanto, a crise é global e somos atingidos pelas suas “marolinhas” que rendem alguns milhares de empregos a menos. E a tendência é piorar com uma iminente crise na produção mundial, que já dá sinais, segundo uma matéria publicada na semana passada retrasada pela The Economist. [CONTINUE A LER]

“Que ninguém pense que nos rendemos às medidas tomadas por Israel e seus países aliados para combater o tráfico de armas”.

Se a frase acima tivesse Brasil ao invés de Israel, facilmente poderíamos atribuí-la a um traficante de algum morro carioca. No entanto, saiu da boca de Osama Hamdan, representante do Hamas no Líbano. Além da frase digna de um traficante (talvez seja a convivência com o pessoal das Farc), a proposta para uma reconciliação com o Fatah, de Mahmoud Abbas, é que cessem as negociações de paz com Israel. [CONTINUE A LER]

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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