Voltando ao Tropa de Elite, embora o filme não mereça tanta atenção. Antes de mais nada, é preciso romper com essa compaixão ao cinema nacional. O fato é que nunca soubemos fazer cinema melhor do que fazemos novelas, e uma melhora significativa, como essa ocorrida no Tropa de Elite 2, não é motivo para festejarmos decretando uma semana de férias.

Muitos estão fazendo análises simbólicas do filme – algumas delas, de fato, magistrais. Por outro lado, nenhuma consegue evitar a conclusão: é um filme muito ruim, ainda que seja o melhor filme nacional jamais feito. [CONTINUE A LER]

Se ainda estiver em tempo, não assista Tropa de Elite 2. Antes porque, assim como o primeiro filme, o ingresso é um tipo de bitributação, afinal, já foi pago com dinheiros públicos. Somente isto já bastaria para convencê-lo a não compartilhar com este mal que assola o nosso país. Mas eu sei que isto não basta, e assim concluo por experiência própria. [CONTINUE A LER]

Um debate levantado pelo jornal inglês The Guardian procura saber quem são os culpados pela 2º Guerra Mundial, além de Hitler, claro. Tudo aponta para Stalin. Vale lembrar que há hoje na Rússia uma campanha propagandista para recuperar a imagem do ditador – encabeçada pelo primeiro-ministro-imperador Vladmir Putin.

Em resposta ao debate, o menino de recados de Putin – e nas horas vagas presidente do país – Dimitri Medvedev, disse que: “(…) no fim das contas, Stalin salvou a Europa do nazismo”.

Interessante, Stalin é o grande herói da 2º Guerra. Por outro lado os alemães só não invadiram Moscou porque o front aliado, desembarcando nas costas francesas, já tinha dedicado duros golpes aos nazistas. Sem contar com a fracassada campanha na África, em que Hitler perdeu muitos homens e tornou-se uma presa fácil aos Aliados.

Em verdade, o exército russo nunca prestou pra nada, senão fuzilar, nos gulags, pobres inocentes desarmados que não tinham a mínima condição de se defender. Não à toa os russos gastaram mais dinheiro com a KGB influenciando guerrilhas e massacres de terceiros do que enfrentando adversários em combate. [CONTINUE A LER]

Eles já não mais escondem suas predisposições tirânicas. E isto é mesmo muito impressionante, já que, com raríssimas excessões, não há quem se espante com isso.

Para alguns, principalmente o presidente venezuelano Hugo Chávez, o conflito em Honduras é uma batalha entre esquerda e direita.

Segundo a interpretação do presidente venezuelano, a esquerda hondurenha liderada por Zelaya tenta estabelecer uma Presidência forte, capaz de liderar um processo de transformação política e social. Por outro lado, os conservadores como o presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, querem um executivo mais fraco, sob controle do Congresso e do Judiciário.

Chavez foi bastante honesto desta vez. Enfim, a esquerda quer uma transformação política e social pela ação de um estado forte nas mãos de uma única pessoa; a direita quer tão-somente um poder dividido em instituições para garantir o cumprimento das leis e manutenção de um ambiente democrático.

As opções estão na mesa. Por favor, escolha uma.

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Aqui, a superficial análise no Estadão.

Veja como são as coisas. Battisti um dia deve ter tido orgulho dos assassinatos que cometeu. Um dia achou que estava certo nas suas convicções, mas hoje nega. Não tem mais orgulho de ter matado pessoas em nome de Lênin, Stalin ou qualquer outro ditador homicida.

No entanto, da mesma forma são os terroristinhas de 64. Companheira Estela não faz plásticas apenas para mudar o focinho, também as faz para mudar as versões de seus crimes. Como Battisti, não tem mais orgulho de ter assaltado bancos e participado dos “justiçamentos”, que eram nada mais do que matar pessoas. Agora, ela se limita a dizer que entregou os comparsas porque foi “torturada”. Da mesma forma que um traficante ou assaltante entrega a quadrilha assim que é capturado pela polícia. [CONTINUE A LER]

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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