Nos traz o G1 (e, provavelmente, toda a mídia mundial):

Comissão global diz que guerra contra drogas fracassou
Líderes globais como o ex-presidente FHC se reuniram em Nova York. Comissão disse que essa guerra não foi e nem pode ser vencida.
(Na integra, aqui)

Muito bem! Primeiro eles humilham a polícia. Depois, estimulam o uso de drogas. Depois, criam leis que estimulam o crime. No final, concluem que a guerra contra as drogas fracassou. Mas que guerra? Quando foi que o Brasil tentou combater o narcotráfico e o consumo de entorpecentes?

Veja como são as coisas. Battisti um dia deve ter tido orgulho dos assassinatos que cometeu. Um dia achou que estava certo nas suas convicções, mas hoje nega. Não tem mais orgulho de ter matado pessoas em nome de Lênin, Stalin ou qualquer outro ditador homicida.

No entanto, da mesma forma são os terroristinhas de 64. Companheira Estela não faz plásticas apenas para mudar o focinho, também as faz para mudar as versões de seus crimes. Como Battisti, não tem mais orgulho de ter assaltado bancos e participado dos “justiçamentos”, que eram nada mais do que matar pessoas. Agora, ela se limita a dizer que entregou os comparsas porque foi “torturada”. Da mesma forma que um traficante ou assaltante entrega a quadrilha assim que é capturado pela polícia. [CONTINUE A LER]

Não é a primeira vez que autoridades paraguaias apreendem drogas e integrantes do PCC. Também não é novidade a ação da facção criminosa às margens do lago Itaipú, no Alto Paraná. É a rota do tráfico que passa pela Bolívia e tem origem lá nas selvas colombianas.
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Tudo isso ocorrendo enquanto ouvíamos as ilações da Ingrid Betancourt em relação às Farc, um apelo emocionante para que abandonassem as armas e abrissem caminhos à política. Que coisa mais linda, não?

Depois ela partiu diretamente à infâmia, agradecendo Chávez e não Uribe – e o exército colombiano – pela ação que a salvou dos terroristas. Enfim, a intrépida ex-refém arrematou dizendo:

“As Farc têm que se dar conta de que não há espaço nesse continente para a luta armada.” Ela também disse estar disposta a trabalhar para “abrir um espaço para que as Farc possam se aproximar da atividade política”.

Já que estava no Brasil, deveria começar contactando a filial de São Paulo.

O máximo de cidadania que se admite no Brasil é o voto. Toda a imprensa e uma campanha inútil do TSE clamam pela importância do voto. Mas e depois que o cidadão está eleito, sendo você eleitor dele ou não, o que a mesma imprensa e o mesmo TSE pedem para que você faça? [CONTINUE A LER]

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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