Assisti – com um pouco de atraso, é verdade – ao debate sobre o aborto, que foi ao ar domingo à noite (22/03) na Rede Bandeirantes, entre o professor de teologia da PUC-SP, Antonio Marchionni, e o médico baiano especialista em Reprodução Humana, Elcimar Coutinho. A priori, manifestou-se a total ignorância dos jornalistas em relação ao tema debatido. E a inépcia se aprofundava a cada uma das suas intervenções. Mas acredito que a qualquer ser razoável, tal fato já deixou de ser objeto de espanto. Basta assistirmos ou lermos os noticiários para constatarmos que tal despreparo se dá em qualquer tema, e não só quanto adentram a ambientes complexos da Filosofia, da Religião, da Ciência e também dos fundamentos jurídicos. [CONTINUE A LER]

O primeiro post deste blog dizia que a ciência ter um caráter restritivo, e a idéia mesma de um consenso nada mais é do que um atentado a ela própria. Ainda assim, a imprensa sempre classificou como malucos os poucos cientistas que exerciam a auto-tutela exigida pelo método científico com relação à teoria do Aquecimento Global. Eis que agora cresceu assustadoramente o número de cientistas que garantem que a campanha terrorista encabeçada por Al Gore é nada mais do que uma farsa; hoje, o número é muito maior do que àqueles que a defendem. Com um agravante: todos são especialistas no assunto, enquanto o IPCC, em sua maioria, é composto por pessoas que nada entendem de clima e suas variáveis. Mas a gravidade é ainda maior: os poucos especialistas que assinaram os relatórios do IPCC, mudaram de lado e justificam-se no simples fato de agora não estarem ligados a nenhuma organização científica dependente de verbas para pesquisas. Ou seja: estão livres para falar a verdade sem o perigo de perderem os empregos! [CONTINUE A LER]

Quando se adentra àquela discussão boboca sobre o embate Ciência vs. Religião, escamoteia-se o fato de haver um grande número de cientistas que expressam suas crenças em Deus. Nem por isso têm QI’s menores; nem por isso seus experimentos são menos importantes. [CONTINUE A LER]

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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