Barry Rubin, diretor do Global Research in International Affair e editor do Middle East Review of International Affairs, traçou seis possibilidades que seriam inevitáveis caso o Irã finalize seu programa nuclear -  juntamente com a tecnologia de mísseis de longo alcance. Vamos a elas:

1) Com armas nucleares, o Irã tornará impossível uma proteção de interesses dos países Ocidentais no Oriente Médio. Todos os países estariam intimidados a agir de forma contrária aos desejos iranianos, já que haveria a ameaça do uso dessas armas nucleares por parte do governo de Teerã; [CONTINUE A LER]

Os cinco membros permanentes do Conselho de segurança de ONU – Estados Unidos,  Rússia,  China,  França e Gran Bretanha – além da Alemanha, realizaram uma reunião de duas horas com sete nações árabes para agregar esforços e convencer o Irã a abandonar o seu programa nuclear.

Esta talvez seja a última tentativa de conter um iminente ataque israelense à Teerã. Há meses tenta-se convencer o presidente Mahmoud Ahmadinejad a desistir do programa nuclear que se tornou a maior preocupação dos líderes mundiais. Mas contando com o apoio irrestrito de seu companheiro de maluquice e seu líder supremo, ayatollah Ali Khamenei, o caso parece só ter fim numa inevitável investida militar das Forças Armadas de Israel. Resta saber se contará ou não com apoio dos Estados Unidos e habituais aliados. [CONTINUE A LER]

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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