Alguns consultores e economistas defendem que a palavra crise é “forte demais” para ser usada em relação à economia brasileira.

Claro que a crise é lá do sub-prime norte-americano. Hoje o único problema no crédito brasileiro é um abrupto aumento da inadimplência nos primeiros dois meses do ano. No entanto, a crise é global e somos atingidos pelas suas “marolinhas” que rendem alguns milhares de empregos a menos. E a tendência é piorar com uma iminente crise na produção mundial, que já dá sinais, segundo uma matéria publicada na semana passada retrasada pela The Economist. [CONTINUE LENDO]

Rumo a reeleição ilimitada e absoluta, Hugo Rafael Chávez Frias demonstra o zelo pela democracia:

Nas últimas semanas, foram registrados ataques quase diários a eventos de estudantes oposicionistas contra a reeleição indefinida. Os ataques têm sido atribuídos a organizações paramilitares chavistas, como o grupo “La Piedrita”, que assumiu a autoria de alguns ataques com bomba contra o que chamam de “alvos militares”.

Chávez tem chamado os estudantes de “pitiyanquitos” e chegou a ordenar a polícia a “lançar gás do bom” contra manifestações não autorizadas pelo seu governo. O venezuelano, que na segunda-feira completará dez anos no poder, quer reformar a Constituição para concorrer novamente à Presidência no final de 2012.

Chávez também ordenou a vigilância de alguns campi universitários por militares. Em Caracas, por exemplo, a entrada da Universidade Central da Venezuela (UCV), a mais importante do país, está sob a vigilância de dezenas de homens da Guarda Nacional.

Mas claro, tudo isso, segundo os chavistas, é culpa da CIA. Quando a América Latina deixará de ser uma vergonha ao mundo, asilando terroristas assassinos e ditadorizinhos de segundo escalão assalariados da internacional comunista?

——————-
Reportagem, no Estadão, aqui.

“Se a oposição chegar ao poder, haverá uma guerra. Por isso, é necessário garantir a continuidade do processo revolucionário democrático bolivariano, e aí está a proposta de emenda constitucional”, disse Chávez, segundo o jornal venezuelano El Universal. Reeleito em 2006, Chávez teria de deixar o governo em 2013, já que a atual Constituição prevê apenas uma reeleição.

O venezuelano ainda afirmou que só decidiu impulsionar a emenda por uma reeleição ilimitada depois de ver que, nas regiões governadas pela oposição, os programas sociais de seu governo estão sendo extintos. “Quando vejo que estão fazendo tudo isso, digo a mim mesmo: ‘Chávez, não se vá’”, afirmou.

Ele disse “Chávez, não se vá”? Comentários são dispensáveis…

——————-
Reportagem completa, aqui!

Há algo muito, mas muito errado quando toda a imprensa determina que comentários de um embaixador sobre as últimas eleições do país alheio, são mais importantes do que interceptações telefônicas feitas por um governo na embaixada do outro.

Tá certo, a conversa do diplomata colombiano, Carlos Galvis Fajardo, dá margem às maluquices chavianas – inclusive aqui no Brasil. É mais um motivo para que ele justifique este mandato vitalício e muito, mas muito democrático, que ele pretende exercer na Venezuela, sei lá, até 2032. [CONTINUE LENDO]

Claro que há quem ache normal esse estranho interesse russo e iraniano na América Latina. Por outro lado, não é a primeira vez que as agências de inteligência e contra-terrorismo alertam para o estabelecimento de membros do Hezbollah nas nossas fronteiras. Em nenhuma das oportunidades alguém no Brasil pareceu preocupado. No entanto, segue a tradução (e me desculpem por ela) de trechos de uma matéria veiculada hoje pelo jornal israelense Haaretz, em que a ministra de relações exteriores, Tzipi Livni, se diz preocupada com os laços entre as guerrilhas sul-americanas e organizações terroristas iranianas e que, segundo ela, podem ser facilmente identificados. A sua preocupação se estende ao fato do governo de Teerã estar empenhando esforços para aumentar suas áreas de influência política em nosso continente com o envio indiscriminado de diplomatas. [CONTINUE LENDO]

Próxima página →

..................................

Gilad Shalit (Nahariya, 28 de agosto de 1986) é um soldado israelense capturado em Kerem Shalom na Faixa de Gaza por militantes palestinos em 25 de junho de 2006.

Gilad Shalit é refém do Hamas há mais de mil dias.
Rodney's Search Widget plugged in.