sbox

O secretário de defesa do governo Obama, Robert Gates, admitiu que os Estados Unidos não têm uma proposta efetiva em relação à teimosia do governo iraniano em manter o seu programa nuclear.

O New York Times informa que os órgãos de inteligência dos EUA já procuram novas sugestões para conter as inspirações nucleares de Ahmadinejad e seu mestre Khamenei. Pela primeira vez cogitou-se o uso da força militar, caso o Irã continue a rejeitar uma saída diplomática para o problema.

__________
NY Times: Gates Says U.S. Lacks a Policy to Thwart Iran

obama_hu_0401[1]

A imprensa toda noticiou e, como é costumaz, todo mundo acreditou. Hu Jintao apertou a mão de B. Hussein Obama prometendo apoiar as sanções ao Irã. O chinês ainda disse, não pela sua boca, mas através da sua porta-voz, que seu país está e sempre estará comprometido com a defesa do tratado de não-proliferação de armas nucleares. Tudo muito lindo, largos sorrisos, café, donuts, ban-chá, shaobings e Hillary Clinton.

Mas a vida real é bem diferente da propaganda do Change we need. A Reuters informa que a outra mão de Jintao acena para Ahmadinejad. [CONTINUE LENDO]

Ainda busco uma melhor ideia para definir a utilidade do teatro. Mas, definitivamente, é bastante fácil encontrar um motivo para a sua inutilidade. O ator fala, dirigindo-se às mãozinhas tensas com uma voz ressonante, movimentando-se bruscamente de forma padronizada e, pior, com uma postura pedante, ridiculamente chata. Este é atualmente o responsável pela transição do texto ao público, aquele que tem a função de materializar uma personagem cuja vida é limitada pelo papel, sem forma, particularidades ou uma integral vida psíquica.

Mas o que realmente torna o teatro chato, pedante e inútil? [CONTINUE LENDO]

19522

Do livro, L’Affaire Kravtchenko, de Nina Berberova:

História do processo – Um dos membros da Comissão Soviética de Compras à Crédito enviado aos Estados Unidos em 1943, havia decido não voltar para a União Soviética. Em abril de 1944 ele rompeu com Moscou e depois escreveu e publicou um livro onde expunha as razões desta ruptura. Ele falava da vida na URSS, da política agrícola de Stalin, dos tecnocratas e dos velhos bolcheviques.

(…) O jornal Les Lettres Françaises iniciou uma campanha difamatória contra ele, insultando-o e insinuando que o autor do livro era um fascista hitleriano. Contudo, para muitos, e para mim mesma, o cerne da questão estava na existência de campos de concentração na União Soviética, que finalmente chegava ao conhecimento de todos e recebia uma larga divulgação. [CONTINUE LENDO]

A busca do conhecimento é algo inato ao ser humano. Ninguém conscientemente prefere viver nas trevas da ignorância podendo facilmente acessar a luz da inteligência. No entanto, o estudo requer a identificação de um chamado interior, para que tudo aquilo que se queira aprender passe a ter um contexto adequado a cada um de nós. Nada mais é do que encontrar uma razão pela qual estudar um determinado assunto se torne importante em nossas vidas.

Mas se uma mudança de postura começa dentro de nós mesmos, o segundo passo é mudar o nosso ambiente – seja restaurando o mínimo de razão nele; seja abandonando-o de uma vez por todas. E, como se fossem círculos concêntricos, essas mudanças de atitude devem se expandir, criar um vínculo entre as pessoas, num sentimento mútuo de que é realmente possível tornar menos insuportável a nossa vizinhança, o nosso bairro e, por que não dizer?, a nossa cidade, o nosso país. [CONTINUE LENDO]

← Página anteriorPróxima página →

..................................
Free Gilad

Gilad Shalit (Nahariya, 28 de agosto de 1986) é um soldado israelense capturado em Kerem Shalom na Faixa de Gaza por militantes palestinos em 25 de junho de 2006.

Gilad Shalit é refém do Hamas há mais de mil dias.
Rodney's Search Widget plugged in.