A busca do conhecimento é algo inato ao ser humano. Ninguém conscientemente prefere viver nas trevas da ignorância podendo facilmente acessar a luz da inteligência. No entanto, o estudo requer a identificação de um chamado interior, para que tudo aquilo que se queira aprender passe a ter um contexto adequado a cada um de nós. Nada mais é do que encontrar uma razão pela qual estudar um determinado assunto se torne importante em nossas vidas.

Mas se uma mudança de postura começa dentro de nós mesmos, o segundo passo é mudar o nosso ambiente – seja restaurando o mínimo de razão nele; seja abandonando-o de uma vez por todas. E, como se fossem círculos concêntricos, essas mudanças de atitude devem se expandir, criar um vínculo entre as pessoas, num sentimento mútuo de que é realmente possível tornar menos insuportável a nossa vizinhança, o nosso bairro e, por que não dizer?, a nossa cidade, o nosso país. [CONTINUE A LER]

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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