Nov
23
Roger Scruton: Por que a beleza é importante?
Postado em divinas inspirações, em busca de sentido | Comente
Não à toa a arte moderna (que não é e nunca foi arte) tem como símbolo a caveira, cuja representação é nada mais do que a morte. Não! Pelo contrário, a arte é a expressão da vida.
Admirável relação entre o lar aconchegante, que pode nos dar a verdadeira arquitetura, e a morada eterna, que nos pode ser dada pela salvação
Enfim, a arte como expressão da vida, como uma janela que se abre para o transcendente.
Nov
7
Revista Panorama Editorial
Ano 3 – nº34 – set. 2007.
Artigo em homenagem ao poeta Bruno Tolentino, publicado na revista Panorama Editorial, revista da Câmara Brasileira do Livro.
A vida é curta; a arte é longa*
Sêneca dizia que a vida não é exatamente curta. Assim parece quando a desperdiçamos com bobagens que não nos permitem distinguir o bom do ruim. Ela é suficientemente longa quando bem empregada, quando se busca construir algo atemporal, eterno. É neste caminho que encontramos a poesia de Bruno Tolentino, vencedor de dois prêmios Jabuti e eleito intelectual do ano de 2003 pela Academia Brasileira de Letras. Claro que os títulos são desnecessários para ilustrar o seu legado poético, que é invariavelmente ignorado em função de uma vaidade idiota e viciosa. A maioria sequer analisou a sua obra – talvez nem estivessem habilitados para tanto – porque ele chamava a atenção ao que aconteceu no Brasil: “…o besteirol, se havia, estava lá longe, nos cantos. Hoje ele está no centro.” [CONTINUE A LER]










