Eike Batista, na Folha:

«O Brasil é um dos únicos países do mundo que têm de frear a economia tirando dinheiro do mercado. Porra, isso é tudo o que os gringos estão sonhando. Eles vão ter que apertar o cinto porque vão pagar dez anos de excesso de gastança.»

Ora, e o Brasil não terá de apertar o cinto para pagar dez anos de excesso de gastança? Quem pagará esses 2 trilhões de dívida pública, seu Eike?

À propósito, estão dizendo que Eike Batista perdeu muito dinheiro. Mas que dinheiro? Foram as ações das suas pseudo-empresas, infladas, que desvalorizaram. Quem perdeu dinheiro de verdade foram os incautos que acreditaram nesse conto do vigário e apostaram nas empresas com X, mas sem receitas.

Em tempo: não se anime, o Brasil não está com essa bola toda!

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Análise sóbria e primorosa de José Nivaldo Cordeiro

Em suma, «só há uma saída: livrar-se desse monstro estatal criado de forma irresponsável pela social-democracia, que rouba de quem trabalha para sustentar a vagabundagem que mama no tesouro…»

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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