Como vimos em artigo anterior, percebendo que a morte se aproximava, Voltaire suplicou para que lhe chamassem o padre da Igreja de São Sulpício. Confessou-se, pediu perdão pelos seus pecados e desculpou-se pelos ataques que fizera à Igreja.

No entanto, ainda no livro do jesuíta Barruel (Mémoires pour servir a l’histoire du jacobinisme, pp. 379-380), d’’Alembert e Diderot, à frente de outros vinte ‘conjurados’, impediram que o padre Gautier fizesse uma nova visita a Voltaire. E os últimos suspiros do filósofo iluminista foram narrados pelo seu médico, M. Tronchin, horrorizado com o funesto espetáculo. [CONTINUE A LER]

Uma amiga e grande jornalista, Luciene Miranda, fez sua estreia no site do jornal-digital Brasil 247. À parte o seu trabalho, sempre muito bem realizado – e todos os votos de boa sorte a ela e ao jornal -, não resisto à tentação de fazer alguns comentários em relação à entrevista com o diretor de Relações com Investidores da Petrobrás, Almir Barbassa.

Comentários assaz impertinentes, a considerar a sempre falta de tempo e disposição dos entrevistados quando têm de responder uma ou outra pergunta sem ranger os dentes e sair acusando aos outros de derrotista, conspirador ou o que mais possa criar as mais sagazes personalidades do mundo político-corporativo-estatal.

Há tempos o mercado financeiro usa todo o engenho propagandístico para incutir ao público – e também a investidores incautos – a lenda da estabilidade econômica, da confiança dos mercados. Claro, nunca se explica a quem recairá a bem-aventurança de saldar os débitos das aventuras empreendedoras, tampouco o que será sacrificado para que seja possível viver o sonho da prosperidade econômica, da inserção do Brasil ao seleto grupo dos países desenvolvidos, sem quem o Brasil seja um país desenvolvido ou ao menos civilizado.

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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