Já está mais do que provado que o PT pretende expandir as condições para a realização do aborto, mas há um probleminha aí. Segundo a Emenda Constitucional número 45, os tratados e convenções sobre Direitos Humanos, ratificados pelo Brasil, ganham força de Emenda Constitucional:

EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 45, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004
“Art. 5º……………………………………………..,
§ 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados,  em cada Casa do Congresso Nacional,  em dois turnos,  por três quintos dos votos dos respectivos membros,  serão equivalentes às emendas constitucionais.

Assim, o Pacto de São José da Costa Rica, ratificado pelo Brasil em 1992, através do Decreto Legislativo número 27, garante, com força de Emenda Constitucional, que uma vida se inicia já na concepção: [CONTINUE A LER]

Senhores corregedores do Tribunal Superior Eleitoral,

A salvação, o decoro do Brasil e a honra de VV.Ex.ªs instam, urgem, bradam e imperiosamente comandam para que exijam, com a mais extrema urgência, o julgamento da Ação Cautelar n.º 352620, que trata do documento OFICIAL da Regional Sul I da CNBB, cujo título clama a um “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”. A razão grita para que não nos mandem passar em silêncio este atentado ao edifício da Liberdade; e a glória insinua; a justiça determina e a honra o pede.

A sabedoria os abraça, nobres senhores, e sob a sua luminosidade reluz a verdade dos fatos. Ora pois, todo o cidadão que, voluntariamente, tornar público o seu pensamento, concorre em crime eleitoral? Os sacerdotes Dom Nelson Westrupp, Dom Benedito Beni e Dom Airton José dos Santos vieram publicamente, através do documento apreendido, apenas exercer o que é garantido a todos os homens que pensam e não apenas têm o direito de viver, têm também o direito à liberdade de expressão; a liberdade do espírito! Nossa Carta Magna proclama a livre manifestação do pensamento, exceto quando exercida no anonimato. O que mais poder-se-ia exigir dos preclaros sacerdotes, se estes cumprem a determinação da Lei Máxima na sua pétrea fiança?

A coligação reclamante, arrogando-se o direito tirânico de impor ao Brasil uma nova crença, cuja liturgia é lesar e solapar a justiça e a democracia, não oculta seu juramento coletivo de obstruir a boca da livre imprensa e nos fraudar a liberdade. Deixemos que clamem a impiedade muito alto e em todas as direções, para que em breve sejamos oferecidos em sacrifício a vitupérios políticos que ao despotismo diligencia.

Estou certo de que a honra de VV.Ex.ªs é fundamentada nos firmes e invariáveis princípios de não sancionar abusos que, a novos passos, rebentar-se-ão novos abusos para nos levar à desordem no caos tenebroso da ilegalidade.

VV.Ex.ªs devem estabelecer um julgamento que trará não somente a verdade, mas permanecerá em todo o país como uma realidade.

Santos, 26 de outubro de 2010.

Respeitosamente e com grande estima,

Diogo Chiuso (inspirando-se no estilo literário de Joaquim Gonçalves Ledo)

Voltando ao Tropa de Elite, embora o filme não mereça tanta atenção. Antes de mais nada, é preciso romper com essa compaixão ao cinema nacional. O fato é que nunca soubemos fazer cinema melhor do que fazemos novelas, e uma melhora significativa, como essa ocorrida no Tropa de Elite 2, não é motivo para festejarmos decretando uma semana de férias.

Muitos estão fazendo análises simbólicas do filme – algumas delas, de fato, magistrais. Por outro lado, nenhuma consegue evitar a conclusão: é um filme muito ruim, ainda que seja o melhor filme nacional jamais feito. [CONTINUE A LER]

Se ainda estiver em tempo, não assista Tropa de Elite 2. Antes porque, assim como o primeiro filme, o ingresso é um tipo de bitributação, afinal, já foi pago com dinheiros públicos. Somente isto já bastaria para convencê-lo a não compartilhar com este mal que assola o nosso país. Mas eu sei que isto não basta, e assim concluo por experiência própria. [CONTINUE A LER]

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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