Nas últimas três décadas, as artes serviram tão-somente para fins políticos. Deposto o Regime Militar, foi preciso uma mudança conceitual para justificar, portanto, a existência de um artista. Assim, a arte política, graças a um giro linguístico, virou arte engajada. Tal mudança se fez somente pelo fato de não ser mais preciso derrubar um governo, mas incluir os excluídos numa nova percepção de mundo. A questão é que fora sonegado o sentido mesmo da cultura, nada mais do que a expressão natural de um povo, daquilo que ele percebe de si.
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É bom que a leitura de uma obra traga em si uma analogia à experiência do leitor. E mesmo que esta alusão seja simples, há sempre de criar uma referência às coisas humanas que se sustentam na experiência da leitura. O intuito é de que a obra apresente ao leitor dramas humanos no mais alto nível, para que seja possível uma reflexão sobre a vida e todas as suas possibilidades.
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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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