É muito interessante ver todos falarem do Foro de S. Paulo como se fosse um assunto do qual sempre tivessem falado. A maioria daqueles que asseguravam ser uma teoria da conspiração propagada pelo Olavo de Carvalho, hoje, com uma cara muito bizonha, fingem tratar-se de algo plenamente noticiado (por eles inclusive!), como se fosse uma pauta constante em todos os grandes jornais. Poderia alguém avisar aos sevandijas que chafurdar na lama não é uma forma de se limpar?

Neste ponto que pode parecer sem volta, restaria apenas admitir o erro. Um simples mea culpa como fez a Barbara Gancia – e ela o fez porque não precisa consultar o dicionário para saber o significado da palavra honestidade.

Ainda mais interessante é ver os especialistas em política internacional – muito bem pagos, não esqueçamos – começar a repetir, ainda que timidamente, o que um bando de blogueiros de fim de semana vêm dizendo, sem cobrar um tostão, há pelo menos uns cinco anos.

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É, enfim, um começo, uma reação tardia a este projeto de estabelecer uma união de repúblicas socialistas latino-americanas, ou, como proclamam os assalariados de Hugo Chavez:  “o resgate do que o comunismo perdeu no Leste da Europa”. No entanto, é preciso tornar público não apenas os envolvimentos do PT com as Farc, mas todas as conexões que partem deste acordo e se espalham por todo o país. O Brasil tornou-se um narco-estado com ligações íntimas com o terrorismo islamista. Na Triplice Fronteira é comum membros do PCC e do Comando Vermelho serem presos atuando junto com as Farc e terroristas do Hamas e do Hizballah.

Mais uma teoria da conspiração? Não é o que revela um extenso documento do NEFA Fundation (do qual já tratei aqui mais de uma vez) sobre os arquivos do computador do ex-chefão das Farc, Raúl Reyes, com todas as suas conexões com diplomatas e agentes de inteligência da Venezuela que, junto com membros do governo da Nicarágua, foram usados como contatos com ex-integrantes do Exército Republicano Irlandês (IRA), com os separatistas espanhóis do ETA, além do Hamas, Hizballah e o Irã – que deu suporte ao contrabando de armas para as guerrilhas latino-americanas. (The Farc’s International Relations: A Network of Deception).

Trata-se também de estabelecer as ligações dos partidos socialistas europeus (e também de toda a América Latina) com a fachada das Farc, a Coordinadora Continental Bolivariana.

Segundo o relatório, uma tremenda rede criminosa escondida por camadas de pretextos ideológicos.

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Atas do Foro de S. Paulo no site do Mídia Sem Máscara: http://www.midiasemmascara.org/arquivo/atas-do-foro-de-sao-paulo/7.html

Notícias sobre a América Latina (que você nunca verá na grande mídia!): Notalatina, da Graça Salgueiro – http://notalatina.blogspot.com/

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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