A imprensa diz que o mundo está revoltado com a ação israelense que interceptou uma flotilha de militantes palestinos, decididos a furar o bloqueio imposto por Israel à Gaza. Contudo, é importante lembrar que o Sr. “Mundo” ainda não divulgou sua nota oficial.

É, enfim, uma guerra midiática. O bloqueio israelense visa combater o tráfico de armas para os grupos terroristas, que são armados, não esqueçamos, com a ajuda de algumas nações que agora condenam Israel.

No entanto, nesta guerra de palavras, Israel está perdendo feio. Cresce a influência dos grupos terroristas pelo Oriente Médio, sem dizer que mesmo a imprensa Ocidental trata-os como partidos políticos – nenhum espanto se até as Farc conseguem justificar o tráfico de drogas e os assassinatos através da ideologia. O que se vê, portanto, é a total condenação ao uso da força por países cuja Segurança Nacional está sob ameaça; sem, por outro lado, uma palavra contra o seu uso, apelando-se ao terror, por grupos clandestinos, não atingidos por leis ou sanções internacionais, que são, exatamente, aqueles que justificam haver alguma preocupação com a segurança de uma nação.

A flotilha “Paz em Gaza” e a revolta do senhor Mundo: O fato é que as ajudas humanitárias não são entregues aos palestinos, mas ao Hamas que as usa como um tipo de Bolsa Família. Depois, não são poucos os barcos e navios que trazem, junto com as ajudas humanitárias, armas para os terroristas. Em novembro do ano passado, uma embarcação, denominada Francop, foi interceptada pelas Forças Militares de Israel, pois carregava 500 toneladas de armamentos fornecidos pelo Irã ao Hizballah. É importante lembrar que até houve alguma divulgação pela mídia brasileira deste fato, escondendo só uma informação: armas brasileiras compunham o carregamento (Em verdade a munição não é produzida por uma empresa brasileira, mas, sim, por uma espanhola que já foi acusada de facilitar o acesso a este material por grupos terroristas do Oriente Médio. Trata-se de projéteis para Canhão Sem Recuo com Espoleta de detonação elétrica PIBD M509) – http://www.youtube.com/watch?v=wXDCDPPeN_Q

Enfim, há um bloqueio militar e os soldados israelenses que invadiram uma embarcação com ongueiros decididos a furar tal bloqueio, foram recebidos com paus e barras de ferro (http://www.youtube.com/watch?v=gYjkLUcbJWo). Humanos, demasiado humanos, inocentes e pacíficos eram aqueles tripulantes!, não é mesmo, senhor Mundo?

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Comentário

Uma Resposta para “Humanos; demasiado humanos”

  1. Hallison Liberato em June 6th, 2010 7:24 pm

    Posso citar esse artigo no meu blog e adicionar seu site como boa fonte de informação?

    Agradeço!

    ***
    Fique à vontade!
    Abs,
    Diogo

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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