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O secretário de defesa do governo Obama, Robert Gates, admitiu que os Estados Unidos não têm uma proposta efetiva em relação à teimosia do governo iraniano em manter o seu programa nuclear.

O New York Times informa que os órgãos de inteligência dos EUA já procuram novas sugestões para conter as inspirações nucleares de Ahmadinejad e seu mestre Khamenei. Pela primeira vez cogitou-se o uso da força militar, caso o Irã continue a rejeitar uma saída diplomática para o problema.

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NY Times: Gates Says U.S. Lacks a Policy to Thwart Iran

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A imprensa toda noticiou e, como é costumaz, todo mundo acreditou. Hu Jintao apertou a mão de B. Hussein Obama prometendo apoiar as sanções ao Irã. O chinês ainda disse, não pela sua boca, mas através da sua porta-voz, que seu país está e sempre estará comprometido com a defesa do tratado de não-proliferação de armas nucleares. Tudo muito lindo, largos sorrisos, café, donuts, ban-chá, shaobings e Hillary Clinton.

Mas a vida real é bem diferente da propaganda do Change we need. A Reuters informa que a outra mão de Jintao acena para Ahmadinejad. [CONTINUE A LER]

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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