Eles já não mais escondem suas predisposições tirânicas. E isto é mesmo muito impressionante, já que, com raríssimas excessões, não há quem se espante com isso.

Para alguns, principalmente o presidente venezuelano Hugo Chávez, o conflito em Honduras é uma batalha entre esquerda e direita.

Segundo a interpretação do presidente venezuelano, a esquerda hondurenha liderada por Zelaya tenta estabelecer uma Presidência forte, capaz de liderar um processo de transformação política e social. Por outro lado, os conservadores como o presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, querem um executivo mais fraco, sob controle do Congresso e do Judiciário.

Chavez foi bastante honesto desta vez. Enfim, a esquerda quer uma transformação política e social pela ação de um estado forte nas mãos de uma única pessoa; a direita quer tão-somente um poder dividido em instituições para garantir o cumprimento das leis e manutenção de um ambiente democrático.

As opções estão na mesa. Por favor, escolha uma.

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Aqui, a superficial análise no Estadão.

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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