Graças a Deus eu sempre ví com desconfiança essa coisa de tomar o brasileiro como um idiota. Explico: um bobalhão qualquer da USP acreditando que as pessoas são tão burras, mas tão burras, que ele precisa emprestar o cérebro para toda a população nas questões mais elementares. Acha que o indivíduo médio não é capaz de ler e entender ou mesmo compreender o que se passa a sua volta, na sua própria vida. Por isso, parece que dar livros, boas escolas, boa educação é algo tão supérfluo que não faria muita diferença, já que os super-heróis uspianos são capazes de “pensar” por toda a sociedade.

E, claro, para tanto, basta lhes dar o poder.

Semana passada a revista francesa L’Express informou que, segundo fontes do serviço secreto francês, havia dois passageiros suspeitos de ligação com os terrorismo no voo da AirFrance. Trata-se de nomes conhecidos pelas agências de inteligência por ligações com grupos terroristas. Investiga-se também a possibilidade de se tratar de simples homônimos.

En vérifiant la liste des passagers, les services de renseignement français ont relevé deux noms correspondant à des personnes connues pour leur lien avec le terrorisme islamiste. L’identification est toutefois restée incomplète, faute de connaître la date de naissance des suspects: il pourrait s’agir de simples homonymes. Aucune revendication sérieuse n’a par ailleurs été enregistrée.

Já em outra matéria da L’Express, o ministro da Defesa francês, Hervé Morin, diz que não descarta a possibilidade do acidente ter sido causado por um atentado terrorista. [CONTINUE A LER]

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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