Graças a Deus eu sempre ví com desconfiança essa coisa de tomar o brasileiro como um idiota. Explico: um bobalhão qualquer da USP acreditando que as pessoas são tão burras, mas tão burras, que ele precisa emprestar o cérebro para toda a população nas questões mais elementares. Acha que o indivíduo médio não é capaz de ler e entender ou mesmo compreender o que se passa a sua volta, na sua própria vida. Por isso, parece que dar livros, boas escolas, boa educação é algo tão supérfluo que não faria muita diferença, já que os super-heróis uspianos são capazes de “pensar” por toda a sociedade.

E, claro, para tanto, basta lhes dar o poder.

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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