Jun
19
Graças a Deus eu sempre ví com desconfiança essa coisa de tomar o brasileiro como um idiota. Explico: um bobalhão qualquer da USP acreditando que as pessoas são tão burras, mas tão burras, que ele precisa emprestar o cérebro para toda a população nas questões mais elementares. Acha que o indivíduo médio não é capaz de ler e entender ou mesmo compreender o que se passa a sua volta, na sua própria vida. Por isso, parece que dar livros, boas escolas, boa educação é algo tão supérfluo que não faria muita diferença, já que os super-heróis uspianos são capazes de “pensar” por toda a sociedade.
E, claro, para tanto, basta lhes dar o poder.
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