As notícias que chegam ao Brasil sobre o Oriente Médio, salvo a coluna do jornalista Nahum Sirotsky no IG, resumem-se em organizar um apanhado do que informam as agências de notícias sem aprofundar em temas mais espessos ou mesmo vinculando as notícias com o contexto histórico das quais elas correspondem. A impressão quando se lê o que se publica no Brasil sobre os conflitos na Faixa de Gaza por exemplo, é que bastaria Israel devolver os territórios ocupados na Guerra dos Seis Dias que a paz reinaria absoluta na região. A mentalidade não poderia ser mais pueril.
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Aí vão alguns links em uma ordem cronológica e  auto-explicativa:

1) Em novembro, a ex-ministra das relações exteriores de Israel, num programa de rádio, apontou o estreitamento dos laços entre guerrilhas sul-americanas e organizações terroristas iranianas que, segundo ela, pode ser facilmente observado. Ela ainda disse que o Irã procura constantemente o auxílio político para bloquear as sanções internacionais que vão de encontro ao seu programa nuclear. O ministério da defesa israelense tem observado durante anos as áreas de fronteira entre o Paraguai, Argentina e Brasil, identificando-as como focos do terrorismo iraniano em conjunto com o Hezbollah. (Livni aponta focos de terrorismo na América Latina);
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“Deus contemplou toda a sua obra, e viu que tudo era muito bom.”
(Gênese 1-31)

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Discursando no último CPAC, que é a “convenção” anual do partido Republicano dos Estados Unidos, o radialista Rush Limbaugh, concluiu: “nós, os conservadores, amamos pessoas”. E esse amor se dá quando se admite o outro como indivíduo, como alguém que tem algo valioso a oferecer a todos nós; alguém que detém potencial para fazer o melhor possível naquilo que ele mesmo escolher para a sua vida.

Talvez seja por isso que esse pessoal mais moderninho acredite ser um insulto quando, rangendo os dentes e espumando de raiva, nos chama de reacionários. Sim, barbudinho, se reacionário quer dizer manter a ordem natural das coisas e admitir no indivíduo a capacidade de escolher o que é melhor para a sua própria vida, eu não tenho dúvidas: sou um reacionário e, diferente de você, eu amo e respeito as pessoas. [CONTINUE LENDO]

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Obama enfatiza seu compromisso com a idéia da criação de um estado Palestino. Netanyahu reafirma que Israel quer viver em paz lado a lado com os palestinos, embora não tenha cogitado a possibilidade da criação de um estado – e é sabido que é totalmente contrário à retirada das tropas israelenses das fronteiras de 1967 sem algum compromisso efetivo com a paz por parte do Hamas e do Hezbollah. [CONTINUE LENDO]

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A falta de informação sobre o Oriente Médio é tamanha que já há  – na grande imprensa – quem acredite que o Irã pode ajudar os Estados Unidos a estabilizar o Iraque após a retirada das tropas norte-americanas. É de uma ignorância atroz. Como poderia um país de maioria Persa tomar a frente do mundo Árabe e se insurgir como a maior liderança islâmica da região? Como ignorar todos os conflitos históricos? Como ignorar todas as diferenças étnicas?

O programa nuclear iraniano não ameaça somente Israel e os Estados Unidos. Mas também a Arábia Saudita, a Jordânia e o Egito. O Iraque sempre fora um contrapeso ao poder político iraniano. Porém, a idéia de fortalecer um regime democrático e pró-EUA no Iraque deu errado e aparentemente fortaleceu o regime de Teerã, para o descontentamento do Liga Árabe. [CONTINUE LENDO]

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Free Gilad

Gilad Shalit (Nahariya, 28 de agosto de 1986) é um soldado israelense capturado em Kerem Shalom na Faixa de Gaza por militantes palestinos em 25 de junho de 2006.

Gilad Shalit é refém do Hamas há mais de mil dias.
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