Entre outras coisas importantíssimas – como, por exemplo, toda essa conversa diplomática dar tempo para que Ahmadinejad conclua seu projeto nuclear -, diz Hagai Segal, no diário israelense Ynetnews:

“Em quase todos os discursos ou entrevistas, Obama declara que procura uma mudança de atitude no relacionamento entre os Estados Unidos e nações árabes. A impressão inevitável dessas declarações é a suposição da culpa americana.

Oito anos após os planos de Bin Laden terem causado a derrubada das torres em Manhattan, Washington está se convencendo de que os terroristas não atacaram a América sem nenhuma razão. Washington começa a acreditar que algo sobre sua própria conduta causou aquele ataque terrível: o imperialismo, a arrogância, coca-cola, McDonald’s, e naturalmente, o pecado da amizade com Israel.”

Este é o resumo da nova política exterior dos Estados Unidos, pelo menos no que tange ao Oriente Médio. Passa-se a aceitar a negociação com apoiadores do terrorismo. E com isso, admitir o terror como meio político legítimo.

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Free Gilad

Gilad Shalit (Nahariya, 28 de agosto de 1986) é um soldado israelense capturado em Kerem Shalom na Faixa de Gaza por militantes palestinos em 25 de junho de 2006.

Gilad Shalit é refém do Hamas há mais de mil dias.
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