“Do ponto de vista europeu é bem característico da cultura norte-americana o fato de que a todo momento as pessoas são exortadas a “serem felizes”. Mas a felicidade não pode ser buscada. Precisa ser decorrência de algo. Deve-se ter uma razão para “ser feliz”. Uma vez que a razão é encontrada a pessoa fica feliz automaticamente.

(…) o ser humano não é alguém em busca da felicidade, mas, sim, alguém em busca de uma razão para ser feliz através – e isto é importante – da manifestação concreta do significado potencial inerente e latente numa dada situação.”

(Victor Frankl – Em Busca do Sentido)

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Comentário

2 Respostas para “Felicidade”

  1. Christian em March 19th, 2009 5:49 am

    Belíssimo trecho.

  2. Patricia M. em March 22nd, 2009 11:21 am

    Depois que assisti a Revolutionary Road entendi o vazio da felicidade definida pela sociedade americana do pos-guerra… Baseada no consumo, consumo, consumo.

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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