Maxwell Gaylord, coordenador humanitário da ONU em Jerusalém, disse que:

“…a ONU gostaria de esclarecer que o bombardeio e todas as fatalidades ocorreram fora e não dentro da escola.”

Os oficiais das Forças Armadas Israelenses tinham dito, há pelo menos um mês, que era impossível que a escola da ONU tivesse sido bombardeada. Depois, que o tipo de míssel usado não teria poder para matar 43 pessoas e ferir outras dezenas, como afirmavam os noticiários.

Agora talvez seja um pouco tarde para a retratação. Todos os âncoras dos telejornais já julgaram fato concreto o bombardeio à escola da ONU. E nenhum deles será homem o bastante para noticiar que tudo, inclusive a eloqüência e repúdio com o qual leram a notícia, era uma farsa. Não houve bombardeio à escola da ONU.

Com a permissão da entrada dos jornalista em Gaza, a verdade começa a vir a tona na voz dos poucos repórteres que ainda são honestos. E mais farsas ficam evidentes.

O argumento mais usado pelos “condenadores” de Israel era quanto ao número de vítimas. Outra mentira! Segundo o jornalista italiano Lorenzo Cremonesi do Corriere della Sera, após visitar os hospitais e entrevistar a população, fica claro que o número divulgado pelo Hamas – e endossado pela ONU e a Cruz Vermelha – é totalmente mentiroso. As vítimas fatais da ação israelense chegam no máximo a 600 pessoas e não 1.300 como na contabilidade do Hamas. E a sua grande maioria eram terroristas e não civis e criancinhas como afirmava a imprensa. Ainda na reportagem, Cremonesi informa que os palestinos eram obrigados a deixar suas casas para que os terroristas usassem-nas para o lançamento de mísseis e forçar o exército de Israel a bombardear zonas civis. Além disso, confirmam que as crianças foram mesmo usadas como escudos.

Uma vergonha. É um verdadeiro escândalo a maneira patética como a grande mídia se dispôs ao papel de agência de propaganda do Hamas.

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Única reportagem que traz a retratação oficial da ONU, aqui!

Reportagem de Lorenzo Cremonesi sobre o número de vítimas em Gaza, aqui! (só em italiano porque nenhum jornalista brasileiro foi homem para noticiar)

E aqui, os relatos dos palestinos sobre como foram expulsos de casa pelo Hamas e ainda tiveram suas crianças usadas como escudos de terrorista covarde. (Novamente em italiano porque ainda não teve jornalista honrando as calças que veste).

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Free Gilad



Gilad Shalit (Nahariya, 28 de agosto de 1986) é um soldado israelense capturado em Kerem Shalom na Faixa de Gaza por militantes palestinos em 25 de junho de 2006.

Gilad Shalit é refém do Hamas há mais de mil dias.
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