Já que para os governos o problema da crise é de liquidez e não de insolvência, pelo andar da carruagem keynesiana da gastança, a pergunta já se avoluma:

Preparados para pagar mais impostos, caros contribuintes?

Junto com a perguntinha, vão três artigos interessantes para sabermos aonde iremos parar.

Why Obama’s new Tarp will fail to rescue the banks - Martim Wolf, Financial Times.

Estimulando a economia até o colapso – Ron Paul, tradução do Mises Institute Brasil.

Recado aos prefeitos: podem gastar,não precisam pagar - Carlos Alberto Sardenberg, no seu blog no G1.

Agora só nos resta saber quanto tudo isso irá nos custar.

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Imagem: ilustração do artigo do Wolf no Financial Times.

Maxwell Gaylord, coordenador humanitário da ONU em Jerusalém, disse que:

“…a ONU gostaria de esclarecer que o bombardeio e todas as fatalidades ocorreram fora e não dentro da escola.”

Os oficiais das Forças Armadas Israelenses tinham dito, há pelo menos um mês, que era impossível que a escola da ONU tivesse sido bombardeada. Depois, que o tipo de míssel usado não teria poder para matar 43 pessoas e ferir outras dezenas, como afirmavam os noticiários.

Agora talvez seja um pouco tarde para a retratação. Todos os âncoras dos telejornais já julgaram fato concreto o bombardeio à escola da ONU. E nenhum deles será homem o bastante para noticiar que tudo, inclusive a eloqüência e repúdio com o qual leram a notícia, era uma farsa. Não houve bombardeio à escola da ONU. [CONTINUE A LER]

Quer aprender o que é jornalismo sério? Assista esta entrevista do ator Benicio del Toro à jornalista cubana Marlen Gonzalez sobre o filme Che.

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Via OrdemLivre.org

Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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