Jan
30
Bandidos comuns
Postado em vergonhas categóricas
Veja como são as coisas. Battisti um dia deve ter tido orgulho dos assassinatos que cometeu. Um dia achou que estava certo nas suas convicções, mas hoje nega. Não tem mais orgulho de ter matado pessoas em nome de Lênin, Stalin ou qualquer outro ditador homicida.
No entanto, da mesma forma são os terroristinhas de 64. Companheira Estela não faz plásticas apenas para mudar o focinho, também as faz para mudar as versões de seus crimes. Como Battisti, não tem mais orgulho de ter assaltado bancos e participado dos “justiçamentos”, que eram nada mais do que matar pessoas. Agora, ela se limita a dizer que entregou os comparsas porque foi “torturada”. Da mesma forma que um traficante ou assaltante entrega a quadrilha assim que é capturado pela polícia.
O mais interessante é que nem mesmo as suas próprias consciências os absolvem. Se estivessem convictos de que suas ações no passado foram corretas, mesmo que tipificadas como crimes, eles não mentiriam, não teriam medo de enfrentar a realidade para dizer a quem quisesse ouvir: sim, eu fiz e faria de novo quantas vezes fosse necessário, em nome de Stalin, amém!
Mas em verdade, nada mesmo os diferenciam dos bandidinhos comuns. Depois de presos ou de frente à Justiça, tudo o que têm a dizer é: sou inocente, não matei nem roubei ninguém, não senhor!
E hoje parece ser o dia das vergonhas categóricas!
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