A foto abaixo levanta uma questão interessante: se o acesso a Gaza está proibido aos jornalistas, de onde aparecem tantas estatísticas e tantas fotos? Como o jornal da Globo News sabe que de cada 3 mortes no conflito, pelo menos uma é criança?

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Depois que a teoria da “desproporção” se revelou uma coisa absurda e cretina, eles já arrumaram uma nova: os israelenses são assassinos de crianças, a própria reencarnação do Faraó que não tinha conhecido José. (Êx – 1:8 e 1:16)

Em conclusão da nova teoria, as crianças “perdem todas as referências em meio ao caos e nunca irão se recuperar dos danos psicológicos provocados pela violência dos conflitos. E que isso terá um efeito devastador entre os jovens palestinos, dando início a uma nova geração de homens-bombas”. Corretíssimo, se ignorarmos que o Hamas já se encarrega da educação de crianças para o terrorismo e o homembombismo, como podemos perceber no video abaixo:

A ministra das Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni,  já afirmou mais de uma vez que não é uma guerra contra os palestinos, mas sim, contra o Hamas. O que mostra-se e fala-se, são dos palestinos, que, não há dúvidas, estão sofrendo muito com os bombardeios. Mas também sofrem com o terrorismo do Hamas que já exterminou pelo menos 700 dissidentes, informa o Haaretz (e novamente no Youtube podemos nos informar sobre as atrocidades cometidas pelos terroristas ao povo palestino)

Mas voltemos a falar dessa bobagem de proporção: se até agora os mortos pelos bombardeios israelenses somam 770 – segundo o Pedro Dória, 1/3 são civis -  os 700 que o Hamas matou são o quê?

Seria também de extrema importância que o pessoal da estatística da Globo News nos informasse de cada 3 dessas 700 mortes, quantas eram crianças.

Qualquer conflito armado é muito triste e repugnante. Mas talvez seja pior do que isso, essa guerra de estatísticas e propaganda que usam as crianças apenas para fazer proselitismo.

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Foto: Revista Veja, blog do Reinaldo Azevedo.

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Free Gilad

Gilad Shalit (Nahariya, 28 de agosto de 1986) é um soldado israelense capturado em Kerem Shalom na Faixa de Gaza por militantes palestinos em 25 de junho de 2006.

Gilad Shalit é refém do Hamas há mais de mil dias.
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