No Líbano, em 2006, bandeiras comunistas lideram um cortejo fúnebre para terroristas do Hezbollah;

Na Bélgica, são as fotos de Hugo Chavez embalando os protestos contra a ofensiva israelense em resposta aos ataques terroristas.

O Hamas está de joelhos, mas assim mesmo diz não a um possível acordo de paz.

Hoje o Aljazeera noticia o lider do Hezbollah, Hassan Nasrallah, esbravejando que “estão abertas todas as possibilidades contra Israel”. E diz que solicitará a Hugo Chavez, a expulsão dos diplomatas israelenses da Venezuela. O que o bufão bolivariano tem a ver com a história?

Sim! Devemos lembrar que além das visitas oficiais e expressões de amores recíprocos entre Chavez-Medvedev (leia Putin)-Ahmadinejad-Hu Jintao, nos computadores do ex-chefão das Farc, Raul Reyes, haviam provas do auxílio logístico de diplomatas e o chefe do serviço secreto venezuelano no contrabando de armas russas e chinesas (com colaboração da Nicarágua) e dos intercâmbios terroristas com o Hamas e o Hezbollah.

Tudo bem que islamistas e esquerdistas são todos totalitários. Mas essas conexões são evidentes demais para ser classificada como uma teoria da conspiração. Tudo muito parecido com o terceiro estágio da subversão apontado por Bezmenov.

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Fotos: danielpipes.com

Sobre as conexões internacionais das Farc:

The FARC’s International Relations: A Network of Deception

Aqui, o índice dos vídeos (são 7) de uma palestra em Los Angeles, 1983, do desertor soviético da KGB, Yuri Bezmenov, detalhando seu esquema para o processo da KGB de subversão e dominação de sociedades-alvo.

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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