Três pessoas ficaram feridas com as explosões de 20 mísseis lançados de Gaza contra comunidades israelenses em Negev.

Quando a mídia brasileira passará a noticiar o que está além das agências de notícias?

Amanhã cessa o acordo de trégua de seis meses entre o Hamas e o governo de Israel. O líder do grupo terrorista, Khaled Meshaal já informou que “…não haverá renovação do acordo depois que ele expirar”.

Hoje os jornais israelenses anunciam que, em resposta aos 20 foguetes Qassam disparados a partir do território palestino contra comunidades israelenses em Negev, as Forças Armadas de Israel imediatamente abriram ataque aéreo destruindo dois lançadores de foguetes em Gaza.

No post anterior tratei do caso Ahmadinejad e suas aspirações nucleares; e como tal problema pode ultrapassar as fronteiras iranianas diante de uma ofensiva militar israelense após uma possível frustração da diplomacia.

Um ataque de Israel ao Irã poderia originar uma revolta palestina liderada pelo Hamas e o Hezbollah. E as consequências seriam imprevisíveis.

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Reportagem no Jesusalém Post, aqui.
Foto do Israel Insider, que também noticia o ataque palestino.

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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