Não é a primeira vez que autoridades paraguaias apreendem drogas e integrantes do PCC. Também não é novidade a ação da facção criminosa às margens do lago Itaipú, no Alto Paraná. É a rota do tráfico que passa pela Bolívia e tem origem lá nas selvas colombianas.
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Tudo isso ocorrendo enquanto ouvíamos as ilações da Ingrid Betancourt em relação às Farc, um apelo emocionante para que abandonassem as armas e abrissem caminhos à política. Que coisa mais linda, não?

Depois ela partiu diretamente à infâmia, agradecendo Chávez e não Uribe – e o exército colombiano – pela ação que a salvou dos terroristas. Enfim, a intrépida ex-refém arrematou dizendo:

“As Farc têm que se dar conta de que não há espaço nesse continente para a luta armada.” Ela também disse estar disposta a trabalhar para “abrir um espaço para que as Farc possam se aproximar da atividade política”.

Já que estava no Brasil, deveria começar contactando a filial de São Paulo.

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Gilad Shalit



O soldado israelita Gilad Shalit foi libertado, após cinco anos e quatro meses refém na faixa de Gaza.

Um acordo entre Israel e o movimento radical Hamas, através de mediação egípcia, permitiu a sua libertação em troca de mil presos palestinos.

Shalit tinha 19 anos quando foi capturado a 25 de junho de 2006 junto à faixa de Gaza por um comando palestino que integrava elementos de três grupos armados, incluindo o braço armado do movimento radical Hamas, as brigadas Ezzedine al-Qassam.
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